REVISTA PROTEÇÃO - ED 410 - FEVEREIRO/2026

A Revista Proteção é hoje a principal fonte de informação qualificada quando o assunto é segurança e saúde no trabalho. Proteção surgiu em dezembro de 1987 com o objetivo de propagar as informações sobre o tema. Com circulação mensal nas versões impressa ou digital, a publicação traz reportagens, entrevistas, artigos técnicos, colunas com reconhecidos especialistas, além da atualização do que de mais importante acontece no setor de SST.

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Detalhes

Público da Revista Proteção: Profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho e interessados no tema. 


A pergunta que não quer calar?

Quando o assunto é prevenção a bola da vez é o gerenciamento dos riscos psicossociais no trabalho. Após ter sido prorrogado por mais um ano, a previsão é de que agora, em maio próximo, as empresas passem a ser fiscalizadas e cobradas.
Porém, o setor empresarial está mobilizado e irredutível em afirmar que ainda não tem condições de realizar a gestão dos riscos psicossociais de modo seguro e consistente. Por isso pediu, no fim do ano passado, a prorrogação do prazo de vigência para maio de 2027. 
No final de janeiro, as centrais sindicais emitiram manifesto oficial de repúdio deixando claro que o adiamento seria um retrocesso inaceitável.
Pouco antes do fechamento desta edição, o Governo falou à Proteção através do vice-coordenador da bancada de governo na CTPP e diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho do MTE, Alexandre Scarpelli, afirmando que “não haverá nova prorrogação da vigência do capítulo 1.5 da NR 1 que incorpora os riscos psicossociais ao GRO”.
Acompanhe os detalhes e demais normatizações deliberadas na última reunião da CTPP, como a aprovação do novo texto da NR 10, na seção Por Dentro, a partir da página 20.


REPORTAGEM DE CAPA / TERCEIRIZADOS E A SST
A TERCEIRIZAÇÃO É DESAFIO PARA EMPRESAS CONTRANTANTES E CONTRATADAS QUANDO O QUESITO É MANTER A SEGURANÇA E A SAÚDE
Estimativas apontam que pelo menos um quarto dos trabalhadores formais são terceirizados hoje no país. Construção, indústria pesada, energia, telecomunicações, limpeza, vigilância, logística e manutenção são alguns dos setores com maior número de profissionais terceirizados. O abismo entre o que dizem os documentos exigidos por lei e o cenário real na empresa é ainda muito grande. Auditores fiscais, consultores e profissionais com expertise na área falam das dificuldades e apontam caminhos para uma terceirização menos adoecedora e mais segura.


ENTREVISTA 
DIRETOR DA FUNDACENTRO CRÊ NO DIÁLOGO SOCIAL
Mestre em Direito e Doutor em Psicologia Social do Trabalho, Remígio Todeschini, tem uma trajetória marcada por intensa atividade sindical. Participou e liderou diversas mobilizações em indústrias, especialmente, do ramo químico e petroquímico, sempre com o objetivo de fortalecer as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e minimizar as exposições que adoeciam os trabalhadores. Ocupou cargos públicos relacionados às questões ocupacionais na Previdência e hoje na Fundacentro.

 

PREVENSUL
Feira e eventos paralelos reunirão prevencionistas e empresas no Sul do país.

 

ARTIGOS

EXAME MÉDICO
Importância estratégica do retorno ao trabalho.

 

FUTURO PRESERVADO
Fones de ouvido, ruído ocupacional e papel do fonoaudió­logo na prevenção.

 

MUDANÇA NECESSÁRIA
Perito judicial analisa a realidade da caracterização do risco biológico.